Seguro de vida para brasileiros que vivem no exterior

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Thaís Machado Camargo

Uma realidade difícil, mas não tão incomum, é a morte de brasileiros que residem fora do país. Como cada local possui a sua legislação e exige o cumprimento de regulamentações específicas, que envolvem as autoridades sanitárias e consulares responsáveis pela liberação do corpo, o trâmite funerário é muito caro e burocrático. 

Nestes casos, ter um seguro de vida é uma alternativa que vem ganhando cada vez mais adeptos. Nós conversamos com a empresária. Ela é dona de uma corretora de seguros e previdências que atende brasileiros no mundo todo. 

FBR: Como funciona o seguro de vida para brasileiros expatriados?

THAIS: O seguro é realizado dentro das necessidades de cada um, feito na moeda BRL (real) tanto o pagamento quanto o recebimento em caso de sinistro.

FBR: Quais tipos de coberturas?

THAIS: Coberturas para acidentes como invalidez parcial ou total. Coberturas de diagnóstico de doenças como câncer grave; AVC agudo; infarto agudo; bypass; insuficiência renal crônica; perda da visão, audição ou da fala; paralisia de membros; transplante de órgãos; esclerose múltipla, Alzheimer, Parkison, invalidez por doenças, traslado de corpo de qualquer lugar do mundo para o Brasil, renda por internação hospitalar cobrindo CTI ou UTI.

FBR: Quem pode adquirir e qual tipo de vínculo é preciso ter com o Brasil?

THAIS: Qualquer brasileiro com CPF ativo. Também é preciso ter um endereço que pode ser de algum parente ou amigo. Se tiver conta em banco no Brasil, facilita na hora de receber o seguro, mas pode ser uma conta digital como Inter, Nubank, Picpay, Original. 

FBR: Onde e como o brasileiro que vive no exterior pode fazer o seguro de vida?

THAIS: É realizado através de atendimento personalizado e pessoal de um consultor de seguros, com atendimento virtual ou presencial. 

FBR: É melhor ter um seguro de vida no país que reside ou no Brasil. Por quê?

THAIS: É relativo, pois se o cliente não for residente fiscal, existem várias seguradoras que têm restrições para fazer a venda ou até não fazem. Caso o cliente seja residente permanente fiscal, ele pode ter o seguro do país que reside, porém tem uma análise mais rigorosa. A análise de risco na contratação do seguro para o imigrante residente tem critério diferente da análise de um cidadão americano, por questões de cultura e histórico familiar. Para aqueles que ainda não tem documento, é importantíssimo contratar um bom seguro no Brasil, pois estará de alguma forma protegendo sua renda e de sua família, em caso de acidentes e até fatalidades. O traslado de corpo para o Brasil, em caso de falecimento, é algo muito procurado pelos que moram fora, pois a seguradora custeia tudo.

Como encontrar Thais Machado:

Tel: +55 31 97358-0621

Email: machado.consultoriathais@gmail.com

Instagram: thaismachado.seguros