Irmã Dulce, primeira santa brasileira, será canonizada em 13 de outubro

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Irmã Dulce, a primeira santa brasileira será canonizada no dia 13 de outubro de 2019, em uma celebração presidida pelo Papa Francisco, no Vaticano.

A informação foi divulgada nesta segunda-feira (1), em duas coletivas que ocorreram na Itália e no Brasil.

A beata levará o nome santo de Santa Dulce dos Pobres e seu dia será celebrado sempre no dia 13 de agosto, a partir de 2020.

A canonização de Irmã Dulce será a terceira mais rápida da história (27 anos após seu falecimento), atrás apenas da santificação de Madre Teresa de Calcutá (19 anos após o falecimento da religiosa) e do Papa João Paulo II (9 anos após sua morte).

O Vaticano anunciou a canonização de Irmã Dulce quando um segundo milagre atribuído à religiosa foi reconhecido por meio de decreto. Um homem, que morava na Bahia, foi curado após passar 14 anos cego. O milagre intriga médicos, pois, mesmo após voltar a enxergar, os exames apontam lesões que deveriam impedir que ele tivesse o sentido.

Além desses dois milagres reconhecidos, mais de 10 mil outros relatos feitos por fiéis do mundo inteiro são armazenados pelas Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), em Salvador. Há depoimentos de cura de câncer, superação de vício em drogas, conquista de emprego, solução de dívidas e problemas familiares, sobrevivência a acidentes graves.

Também serão canonizados, no mesmo dia de Irmã Dulce, outros quatro beatos: John Henry Newman, cardeal, fundador do Oratório de São Filipe Néri na Inglaterra; Giuseppina Vannini (no século Giuditta Adelaide Agata), fundadora das Filhas de São Camilo;  Maria Teresa Chiramel Mankidiyan, fundadora da Congregação das Irmãs da Sagrada Família e Margherita Bays, Virgem, da Ordem Terceira de São Francisco de Assis.