Festas de solstício de verão estimulam fertilidade em países do Hemisfério Norte

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Na Suécia, o solstício de verão é marcado por rituais românticos Carolina Romare/imagebank.sweden.se

Celebra-se nesta terça-feira (21) o solstício de verão no Hemisfério Norte, o dia mais longo e a noite mais curta do ano, e o solstício de inverno no Hemisfério Sul – que, ao contrário, é o dia mais curto e a noite mais longa.

O solstício de verão está historicamente ligado à fertilidade – tanto da variedade vegetal quanto humana – em destinos ao redor do mundo.

A ciência por trás dos solstícios

Ao norte do Equador, os dias ficam mais longos nos próximos dias. Quanto maior a distância entre a linha imaginária e o local, menores as noites durante o verão.

Na capital do Equador, Quito, um pouco ao norte do meridiano, as pessoas mal notam a diferença. Elas recebem míseros sete minutos extras de luz do dia.

Mas os moradores de Helsinque, na Finlândia, país próximo do Pólo Norte do planeta, terão o nascer do sol às 3h54 e quase 19 horas de luz do dia. A noite fica pouco escura.

Os habitantes de Fairbanks, no interior central do Alasca, podem achar 19 horas pouca coisa. Eles terão 21 horas e 41 minutos de luz do dia.

Quanto aos pinguins na Antártida guardando seus ovos – se pudessem falar, poderiam dizer muito sobre viver na escuridão de 24 horas.

Durante os equinócios de primavera e outono, que marcam o início dessas estações, pessoas de todo o planeta recebem igualmente 12 horas de luz, e 12 horas de escuridão – após os eventos, as horas de luz diárias começam a aumentar em regiões em que o verão se aproxima, e diminuir naquelas que aguardam o inverno.