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Ciúme ! Quem nunca teve?

Os psicólogos explicam que o ciúme é um sentimento inerente ao ser humano. O normal em um relacionamento é que ele agregue preocupação e proteção à outra pessoa. Muitos acreditam que, apesar de ser negativo, o sentimento é de grande importância. Mas o ciúme não deve  ultrapassar o limite do permitido numa relação.

Ciúme obsessivo

A pessoa que tem o transtorno do ciúme obsessivo passa boa parte do dia imaginando que está sendo traída. Um simples atraso, um olhar para alguém, um telefonema, tudo é motivo para ligar o alerta.

O ciúme obsessivo pode destruir um relacionamento. A pessoa analisa de maneira meticulosa o comportamento do parceiro ou parceira na tentativa de encontrar alguma prova da infidelidade. Viola a privacidade, mexendo em objetos particulares como celular, carteira, bolsa. Fiscaliza incansavelmente, ligando várias vezes. Não gosta que o companheiro ou companheira tenha contato com outras pessoas, mesmo os parentes.

As causas mais comuns para o ciúme obsessivo têm relação com insegurança e baixa autoestima. E as consequências não costumam ser boas. Além da violência física e até do risco de acabar o relacionamento de maneira trágica, quem mantém uma relação com um ciumento obsessivo pode passar por diversas situações constrangedoras, como escândalos em locais públicos e no trabalho e perda de amizades.

Tratamento

Se o relacionamento ainda não chegou ao “caos” e ambos acreditam que é possível salvá-lo, a solução é buscar tratamento com um psicólogo e/ou psiquiatra, para determinar a melhor terapia. Caso a pessoa ciumenta obsessiva não reconheça o problema e não admita a mudança, a melhor atitude é a separação.