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Mudando nossas atitudes mudamos o mundo, pelo menos o nosso!

por Giovanni Alevato

Hoje em dia comumente ouvimos que mais importante que estar certo é ser feliz. Um pequeno país chamado Butão trocou o PIB pelo FIB, Felicidade Interna Bruta. E o que isso importa? Importa na medida que, toda vez que você somar 2 + 2, o resultado será 4, e toda vez que você se portar da maneira convencional, com a qual já está acostumado, o seu resultado pessoal também será o mesmo.

Um amigo me disse que eu deveria pegar conselhos financeiros com quem tinha sido bem-sucedido nessa área, e, ao mesmo passo, deveria me aconselhar sobre o amor com quem tinha tido sucesso na vida amorosa, e que, toda vez que eu infringisse essa regra, eu provavelmente me daria muito mal. E o que isso tem a ver comigo ou com você? TUDO!!!

Se você não está aberto a novas ideias e tem todos os seus conceitos já pré-concebidos, e está se dando bem nas diversas áreas da sua vida, acredite, foi sorte; mas se você está se dando mal, pare, escute e mude seus conceitos, aconselhando-se com pessoas que possam ter uma forma de pensar diferente. Observar pessoas e pensamentos diferentes do seu só vai enriquecer o seu aprendizado.

Vejo pessoas insistindo em erros, sendo repetitivas em suas vidas, e suas situações se agravando. Porém, em nome da autenticidade da sua “identidade”, se recusam a ver seus erros. As oportunidades que perdem por serem “cabeça dura” não voltam. O resultado dessa equação é simples: a vida deles vira um tormento, e um problema puxa outro, tal qual os vagões do trem descarrilhado.

Existem o círculo vicioso e o virtuoso. Encarar as próprias realidades e escolher em qual delas você vai embarcar só depende de você! Muitas vezes procuramos culpados em determinado conflito pessoal e não encontramos, pois pode não haver um agente errado, e sim algo errado com a solução do problema.

O distanciamento do problema nos dá uma visão mais ampla dos fatos, o que nos proporciona uma melhor análise. Porém, a vida cotidiana não nos dá muitas oportunidades de condução tão cartesiana. Muitas das vezes somos arrebatados pelos percalços da vida e não temos nem a chance de darmos um passo atrás para reavaliar.

As ações ecologicamente corretas, que levem o planeta a um círculo virtuoso, dependem da mudança das nossas atitudes.