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Crescimento e desenvolvimento

O grande dilema do mundo está entre manter o status atual e garantir um planeta possível para as próximas gerações. As apostas atuais concentram-se em desenvolver tecnologias que garantam a sobrevivência e possam, de alguma forma, estabelecer o progresso e a acomodação da população crescente do planeta.

Todos os países brigam para que seus PIBs ou IGPs cresçam constantemente. O problema é que chegamos em um estágio que não há mais espaço para essa busca constante, e essa “guerra” se traduz em um consumo exacerbado dos recursos naturais. Temos algumas possibilidades de dar um “refresco” nessa batalha diuturna.

A geração de energia fotovoltaica vem crescendo exponencialmente por todo o mundo. A China hoje produz 75% dos painéis solares e já aplica em grande parte esses painéis no seu próprio território. Estados americanos como Flórida, Califórnia e Nova York também já incentivam a adoção dessa tecnologia.

Outro mercado crescendo vigorosamente é o de carros elétricos, que, além de terem caído no gosto dos yuppies e antenados, representam para alguns a grande libertação da queima dos combustíveis fósseis. Aliado ao uso dos combustíveis de base agrícola, tais como o álcool e o biodiesel, começam a fazer um “mix” animador.

O principal gargalo permanece na capacidade de alimentarmos a população, que, como já disse, não para de crescer. Conciliar esse fato com a proteção de nosso meio ambiente, além da crescente demanda por mais terras para o plantio e a necessidade de água para irrigação e consumo na agroindústria, faz com que nossas reservas sejam exauridas de forma muito rápida.

Apesar de todos os pesares, o mais legal é ver e sentir que a população está mais ligada no tema e mais consciente de que, pelos seus atos e/ou omissões, pode contribuir positivamente para o futuro das próximas gerações. Se cada um fizer seu dever de casa, podemos dar tempo para que as novas tecnologias sejam postas em prática e nos ajudem a salvar o único planeta viável que conhecemos até agora.